terça-feira, 4 de janeiro de 2011
São tão bonzinhos que nem precisam de pai(s) .
Não é sempre assim que uma mãe descreve suas filhas, mas eu não sou uma mãe comum, muito menos com filhas comuns, eu sou uma mãe excêntrica com 4 filhas e um filho lindos, que aprontam o caralho a 4 e eu nem ligo, eu até gosto, dá pra rir, me divertir, e até ajudar em certas situações, sem querer me achar, mais eu sei: Eu sou a melhor mãe do mundo. Isso é um fato (HAHAHA). Mas eu só sou a melhor mãe do mundo porque as minhas crianças me permitiram ser assim.
É sério agora, Osmir, Gabi, Carol, Ana e Mona ; e a minha enteada Mariana !... Obrigada por me serem tão maravilhosos, não só como filhos (claaaro!), mas minhas amigas e meu amigo. Cada me irrita e me diverte de um jeito, e é claro como qualquer mãe eu não tenho meu preferido e não favoreço nenhum de vocês, eu só os amo exatamente como vocês são coisinhas fofas !
É difícil encontrar alguém que te queira e te trate bem, que goste de você de um jeito sincero. E eu encontrei vocês ! Sou feliz por isso.
Eu Amo vocês minhas lindeeezas!
Rafaella
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Talvez ninguém nunca tenha tentado descrever você, Thaís. E se alguém já tentou com certeza não foi preciso ou totalmente certeiro, isso porque você é como uma música, suave e forte ao mesmo tempo, daquelas que a gente gosta de ouvir descontraído numa manhã de sol e mesmo assim conseguir ficar impressionado com a beleza da letra.
Teu conteúdo é muito mais do que diversos temas, assuntos e aulas, teu conteúdo é tua essência, tua capacidade de ensinar, não só a escrever, mas a viver. E é por isso tudo Tháis, que agora, depois de aprender muito com você, nós vamos começar uma outra fase, dando os passos que você nos ensinou, e você vai fazer muita falta nas nossas manhãs. Agradecer é tudo o que temos que fazer, então: Obrigada por TUDO Thaís. Nós te amamos, muito.
A vida é irônica sabe? Ela faz a gente conhecer pessoas, conviver e aprender com elas, e depois simplesmente tira essas pessoas do nosso caminho, E é aí que vem o maior clichê da vida: Cabe a nós e somente a nós decidir quem deve ir e quem deve ficar e de quem devemos lembrar. Você Lu, é pra gente com certeza alguém que vai ficar, e que mesmo de longe nós vamos sorrir ao lembrar das suas aulas, histórias e comentários sobre as pessoas estranhas e coisa e tal.
Tudo o que aprendemos, tudo o que conversamos são coisas que vão nos fazer lembrar você.
É triste isso de finais e nova fase e um novo começo, mas a vida não teria graça nenhuma se não existisse a saudade, se não houvessem motivos pra sentir falta. ♥
e vai embora e ponto, um professor pode ser muito mais, pode ser alguém que
ensina, compartilha, ri, chora e educa. Numa escola se constrói uma família,
onde nós alunos somos todos irmãos e vocês professores são nossos pais, mas você
merece esse lugar mais que qualquer outro, isso porque o que você faz vai muito
além de ensinar. Por 3 anos você nos educou, nos ensinou a enfrentar nossos
problemas, mesmo que pequenos, nos mostrou por experiência própria que mesmo
com obstáculos, perdas e mágoas nós devemos continuar, sorrir e fazer piada
disso tudo depois.
André, nós podemos não
ser os melhores, mas alunos também não precisam ser somente alunos, e por isso
nós gostamos e gostaríamos de continuar
completando a parte incompleta da sua vida, já que você é e sempre será, pra nós,
não só um professor, mas um pai. O tipo de professor que nenhum aluno esquece. É
como se você fosse pra nós o que nós não temos e a gente fosse pra você aquilo
que te falta. Obrigada por tudo MESTRÃO
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
um livro sem nome
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Meu José.
'' (...) Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José ! (...) ''
11 anos e eu te amo.
As pessoas são banais, ou estão banais, o que eu quero dizer é que as coisas importantes e legais que ainda existem são muito banalizadas, por exemplo, você sabe qual é o verdadeiro sentido da palavra amizade ? Então, eu com certeza sei, e eu posso dizer que sim, eu tenho uma melhor amiga.
Em toda hora boa, ela sorriu comigo, em cada hora de desespero ela correu comigo, cada medo meu ela riu, mas me ajudou e me acalmou, de tudo o que é ruim ela me protegeu, de tudo o que a gente não gosta ela esqueceu. Em tudo o que eu mais gostei na vida ela esteve presente, ou mesmo quando não esteve lá, se fez presente; E só de pensar que um dia pode não ser mais assim meus olhos se enchem de lágrimas, das mais sinceras lágrimas, de amigas.
Se tem uma coisa no mundo que eu odeio mais que gente hipócrita e impressoras é o meu medo. Meu medo de falar, de ser gentil, de me expressar, de me abrir, de demonstrar meus sentimentos, de me magoar, de ser eu mesma. Mas com ela, eu consigo perder todo meu medo, consigo relaxar, sorrir de verdade, falar de verdade, enfim.
É por tudo isso, e por tudo o que ela já fez por mim, por todos os nossos momentos (sejam bons ou ruins) juntas que eu escrevo isso, pra de certa forma agradecer, e dizer que ela é uma chata e me irrita muito, mas só eu , SOMENTE EU , posso falar assim com ela.
Ela é minha melhor, e ao contrário do que muitos falam, ela é a irmã que eu SEMPRE tive. E isso é o que eu chamo de amizade, amizade de verdade, sem essas banalizações de atualmente.
Rafaella
Dedicado a Tatiana, que mesmo com tantos defeitos tem a melhor das qualidades: me aguenta há 11 anos, apenas. Espero que sejam apenas...
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
mania.
Queria fazer uma música pra você
Mas eu não sei o que dizer
Quero expressar o amor
Já não nego mais
(não faz mais sentido)
Você deve saber
Do que eu sinto por você
Me falta coragem pra te falar
Mas eu já não escondo mais
Não quero nada que me faça mal
Nem precisa fazer bem
Só quero que exista alguém
Que precise que eu exista também
Isso é só uma canção
Não precisa ser real
Eu invento amor
E ele já é banal
Meu coração não se engana mais
Com essa coisa de tanto faz
Quando você me deixar
Eu não vou nem ligar
Vou achar alguém pra inventar de amar
(outra vez)
Não quero nada que me faça mal
Nem precisa fazer bem
Só quero que exista alguém
Que precise que eu exista também
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
céu
Ela gostava muito da lua e a olhava todos os dias, era fascinante pra ela o fato de a lua estar La todas as noites, sem saber se foi um dia bom ou ruim. Apenas estar lá, já era bom. A lua era como um sossego pra ela.
Ele gostava das estrelas.
E ela sabia que aquilo era importante de alguma forma. E toda noite ela sonhava com um final bonito, ouvindo uma música bonita e o abraçando de um jeito bonito. E era só isso que a faria feliz, pelo menos naquele dia, naquele momento.
Ela amava o amor, achava lindo casais se abraçando e se olhando sinceramente e sorrindo. Aquilo tocava de alguma forma uma parte . E haviam cenas dele também que não saiam da cabeça dela e ela tentava esquecer, mas no fundo ela não queria apagar um minuto sequer do que tinha acontecido, ela gostava daquilo, ela gostava dele.
Tudo que ela precisava era parar de ser tão sentimental e querer tanto alguém pra abraçá-la quando aquela musica tocasse. Mas ao mesmo tempo ela gostava de inventar amor e doía admitir isso.
Enfim um dia ela percebeu que não valia tanto apena gostar tanto de alguém e ter tanto medo ou insegurança e não saber se isso é bom ou ruim. Mas o que ela sabia é que a lua estaria lá todos os dias para mostrar que tudo pode ser bom de alguma forma. E que as estrelas a fariam companhia.
Rafaella.



